sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Centro de Cultura Lagoa do Nado abre inscrições para oficina de Rap

O Centro de Cultura Lagoa do Nado, em parceria com o Instituto Ajudar, promove, a partir do dia 8 de setembro, uma oficina de RAP com o tema “Os Oito Objetivos do Milênio”, desenvolvido pelo Projeto Panderolê 2010. A oficina acontece às quartas-feiras, das 9h30 às 11h30 e às quintas-feiras, das 14h às 16h.
Os interessados podem se inscrever gratuitamente, até o dia 14, no próprio Centro de Cultura ou por telefone. São oferecidas 10 vagas para adolescentes de 14 a 18 anos. A promoção é da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura e do CCLN, que fica na Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904, Itapoã.
A oficina tem como objetivo iniciar noções de Hip-Hop e da arte do Mcing, despertando o senso crítico, estimulando a leitura e a escrita, o interesse pela arte, e pelas causas sociais abordadas nas oito formas de mudar o mundo, descritos pelo tema do projeto.
Os códigos e o discurso do rap, cujas letras costumam ser questionadoras e agressivas, servem para traduzir anseios, desejos e opiniões dos adolescentes. A ideia da oficina é criar materiais – textos, músicas, histórias – tendo como referência a estética e o ideal do hip-hop. Este material será trabalhado a partir do tema escolhido e as produções serão apresentadas durante o evento do Projeto Panderolê, que acontece entre os dias 8 e 12 de outubro.




Oficina de Rap – Os Oito Objetivos do Milênio
Inscrições até dia 14 Centro de Cultura Lagoa do Nado
Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904, Itapoã
INSCRIÇÕES GRATUITAS Informações para o público: (31) 3277-7420

terça-feira, 31 de agosto de 2010

ENTREVISTA COM O RAPPER BUGALLU

Mais uma vez o Blog do Parks sai na frente trazendo com exclusividade uma entrevista com o Rapper Bugallu,que estará lançando seu DVD e dando início a sua turnê. E não para por ai em breve vocês terão a cobertura de tudo que vai rolar no Show dia 03/09 no MAJOR LOCK.

Para mais detalhes do Show veja na Agenda do Blog e para concorrer o DVD é so participar da Promoção.

 

Revelados Detalhes sobre filme biográfico de Tupac


Os roteiristas vencedores do Oscar, Stephen J. Rivele e Chris Wilkinson, foram selecionados para escrever o filme, que será dirigido por Antoine Fuqua e poderá começar a ser gravado em novembro deste ano.


De acordo com Wilkinson, o roteiro será focado no último dia de vida do lendário rapper da Costa Oeste dos EUA, com flashes que vão mostrar os últimos quatro anos de sua existência.
 
Fuqua, que dirigiu o excelente Dia de Treinamento, pretende utilizar um ator desconhecido para interpretar Tupac, que foi assassinado em Las Vegas no ano de 96. Essa é a meta, eu quero descobrir alguém novo, explicou. Quero descobrir muita gente nova se eu puder. Obviamente, vou ter que colocar algumas pessoas conhecidas no filme, já que atores tem habilidades diferentes.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Timbaland vem ao Brasil pela primeira vez


Produtor de Madonna, Justin Timberlake e Nelly Furtado entre outros astros e estrelas pop, o músico e rapper Timbaland vai se apresentar no Brasil pela primeira vez no Urban Music Festival, que vai dominar a Arena Anhembi no dia 13 de outubro.
Timbaland lançou seu último álbum em 2007, Shock Value 2. Ele será uma das atrações do festival que traz ainda o DJ King, as Valkyrias, a cantora Negra Li e o DJ Mau Mau entre outros.
Festival terá arena de esportes urbanos, como parkour, skate, street ball, bike free style e in line skate. Confira o preço dos ingressos que começarão a ser vendidos na sexta, 20, em pontos ainda não divulgados.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Fúria Negra



Com o propósito de ser um referencial para as comunidades que formam o Aglomerado Morro das Pedras, situado na região Oeste de Belo Horizonte, nasce, em 2002, o grupo Fúria Negra (FN). Influenciados pelo Hip Hop, Geraldo Marcos (Fiote), Emerson Paulino (Merson), Geovane Paulino (Mano Gil)  acreditam na formação cultural, e para isso apostam no Hip Hop - sobretudo na mensagem da música Rap, como uma ferramenta capaz de “proporcionar condições que favoreçam o desenvolvimento da auto-estima e da autonomia moral e intelectual” de seus pares.

Do cotidiano do Morro das Pedras, muitas vezes lembrado por situações de violência, nasce a inspiração para as letras do grupo, compostas e interpretadas pelos quatro mestres de cerimônias (MC’s). Mas aquilo que seria um “prato cheio” para as páginas dos cadernos policiais dos jornais brasileiros não faz parte da cartilha do Fúria Negra. Pelo contrário, Fiote e companhia procuram abordar os temas, por mais pesados que eles possam ser, por um viés social, visando o bem comum. É o que eles classificam como “uma mensagem de incentivo para o povo pobre nunca desistir dos seus sonhos e objetivos”.
Recentemente, o Fúria Negra esta finalizando o seu primeiro disco. Batizado de “Quem chega primeiro no rio bebe água limpa”, o álbum, que tem a produção musical, mixagem e masterização assinadas por Eazy-CDA, do selo Xeque Mate Produções, tem 13 faixas. 

Fúria Negra
Telefone pra contato:
(31) 8867-1830 / fiote (31) 8473-6793 /Meson
(31) 3378-0727/Meson
 

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

DJ King

DJ King nascido e criado na Zona Leste de São Paulo, começou sua carreira em
1989, onde começou a tatear seus primeiros vinis. Assistiu e participou ativamente
do crescimento da cultura Hip Hop nacional.
Influenciado por lendas como Miles Davis, Jimi Hendrix, Quincy Jones, Malcolm
Mclaren, DJ Rob Swift, DJ QBert, DJ KLJay, Public Enemy, Racionais MC’s,
Sabotage, Clementina de Jesus, DJ King se inspirou e incorporou o estilo destes
artistas nas suas experiências musicais e assim começou a criar e compor seus
próprios beats, uma mistura que excursiona para o Soul, Blues e a MPB.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

MS. LAURYN HILL SE APRESENTA PELA PRIMEIRA VEZ EM BELO HORIZONTE EM SETEMBRO


Ganhadora de cinco prêmios Grammy (e indicada em 11 categorias) com o disco The Miseducation of Lauryn Hill, Ms. Lauryn Hill vem ao Brasil para mostrar toda sua intimidade com o rap, reggae, R&B e soul, que fez dela uma das artistas mais respeitadas e veneradas do mundo quando o assunto é black music. Ms.
Hill foi revelada no grupo de hip-hop "The Fugees" e ganhou notoriedade cantando uma versão de "Killing me Softly with His Song", de Lori Lieberman.
Confira a música "The Fugees - Ready Or Not

Confira na Agenda do blog os valores do show que será no Chevrolet Hall

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Velozes e Furiosos 5 contará com MV Bill na trilha sonora, diz jornal


E por falar em MV BILL olha essa ultima noticia.
O quinto filme da franquia de Velozes e Furiosos tem o Rio de Janeiro como cenário - mesmo não sendo filmado aqui, mas em Porto Rico. E a participação brasileira não fica só por aí. Segundo a coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o longa-metragem contará com um brasileiro na trilha sonora.
O rapper MV Bill fará uma música para Velozes e Furiosos 5. Ainda, segundo o colunista, Bill entra em estúdio ainda esta semana para gravar sua música.
Na trama, Dom (Vin Diesel) e Brian (Paul Walker) serão fugitivos perseguidos por um xerife linha dura, porém, não foram divulgados mais detalhes sobre o roteiro, que é assinado por Chris Morgan
(O Procurado).
Dirigido por Justin Lin (Annapolis), o filme terá Neal H. Moritz (A Volta do Todo Poderoso) como produtor.

A estreia está prevista para 10 de junho de 2011.

sábado, 31 de julho de 2010

Ele Veio ,Viu ESCOLHEU e Venceu !

MV BILL CANTOR E FUNDADOR DA CENTRAL ÚNICA DAS FAVELAS (CUFA)
Alex Pereira Barbosa premiado pela Unesco como uma das 10 pessoas referëncia em militãncia mundial, nos últimos 10 anos.
Contra a corrente, buscando garantir o futuro dos jovens.
 
 
Ele não é jogador de futebol, mas seu passado guarda semelhanças com a história de vida do goleiro do Flamengo,Bruno,que este mês esta presente no topo da agenda da mídia nacional.
Mas as semelhanças param por aí, porque Alex Pereira Barbosa hoje o MV Bill consagrou-se ídolo da música estilo HIP HOP no país e gestor social premiado mundialmente.O Rap nasceu e mora até hoje, na comunidade Cidade de Deus,zona Oeste carioca.
O jovem Alex conheceu e venceu as adversidades sociais de sua origem,consolidou grandes feitos, junto com Celso Athaide,empresário e parceiro.

Na autoria de livros e na criação da Central Unica das Favelas(CUFA) www.cufabh.org.
Organização Nacional, com 28 sedes no Brasil;em Minas Gerais,no Município de Santa Luzia (RMBH), a Cufa conta com uma equipe de 60 profissionais.


Entrevista com MV BILL
 Em toda a sua trajetória, o que aponta como propulsor de um resultado diferenciado nas comunidades, como a que você nasceu e vive até hoje?
Antes: Sorte. Hoje: comprometimento social de quem teve mais sorte e possibilidades com aqueles que não tiveram. Compartilhar conhecimento já é um grande caminho para resultados diferenciados.

Com a sua experiência de vida e os conhecimentos adquiridos, qual o seu diagnóstico sobre as condições sociais e o perfil, da população jovem no Brasil?  

Acho preocupante. Vejo pelos meus vizinhos. Todas as filhas de uma vizinha já tiveram filhos, às vezes mais de um e algumas com apenas 15 anos. E eu estou falando de Rio de Janeiro. Estive em Natal no ano passado e ouvi as pessoas falando e relatando que a principal praia da cidade era cenário de prostituição de crianças e adolescentes. Diante dessa realidade, precisamos pensar em uma revolução do ensino. Pensando na educação, vemos que os jovens estão conectadas em uma velocidade que as escolas não acompanham: o formato tradicional, do professor na sala de aula, de pé dizendo o que é certo ou errado e fazendo nossa juventude aprender a decorar o que está nos livros. Isso está longe do que eu acredito que seja estimulante e efetivo para o saber. E não acontece só nas escolas públicas. Recentemente ouvi o relato de uma mãe de uma menina que estuda em uma das escolas mais "caras" do Rio de Janeiro. Ela foi ver o boletim da filha e as notas eram ótimas, mas quando decidiu conversar com a filha sobre história, a filha não sabia responder. A menina disse que a professora manda ler o capítulo do livro e frisar o que é importante e depois a prova é aplicada. A mãe da menina ficou indignada e decidiu ir até a escola, para reivindicar e deixar claro que ela não estava pagando uma mensalidade alta, para constatar que a filha só aprendia a decorar. Acho que a nossa juventude precisa vivenciar as experiências e assim adquirir conhecimento. Eu sei que é complicado e que isso vai levar muito tempo pra mudar, mas acho que a hora é essa. Os espaços de educação no futuro não parecem que vão ser a sala de aula, mas sim os computadores, através dos blogs, sites de relacionamento. Está mais do que na hora de ficarmos atentos a isso.
Como avalia as atuais políticas públicas voltadas para proteger a infância e adolescência no país?As políticas públicas não podem ser para a juventude, precisam ser contra a juventude. Pequenas mudanças, mas com grande diferença.
Quais os sentimentos, diante de questões ainda polêmicas no país, como o sistema de cotas para negros nas universidades?
O tema das cotas em universidades no Brasil sempre gera um debate intenso. É claro que eu não acredito que as cotas sejam a solução para o problema do abismo educacional que assola a maioria esmagadora da população negra desse país. É claro que eu acredito que uma reforma educacional, com escolas de qualidade para todos seja essa solução. O ideal é que as escolas públicas atendam com a qualidade necessária a todos os brasileiros, desde muito novos. O problema é que essa reforma, mesmo que iniciada nesse momento e com muito empenho de todos, vai demorar anos para se concretizar. Então, o que fazemos com os jovens negros que estão concluindo agora o ensino médio? Esperam essa reforma acontecer e chegar a hora deles? Estou convencido de que as cotas em universidades, assim como em outros setores, é uma medida eficaz e a única possível para o momento em que vivemos.
Algum fato ou sentimento que tenha marcado o início da sua trajetória como militante social? A minha trajetória social já vinha sendo construída, na mesma medida em que eu vinha me construindo e me descobrindo como pessoa, da realidade em que vivia e via ao meu redor o tempo todo. Mas se tiver que definir um momento onde isso realmente se tornou decisivo, foi no momento em que eu assisti ao filme "Colors - As cores da violência", sobre duas gangues que disputavam o controle da venda de crack em Los Angeles (Estados Unidos). Assistindo àquele filme eu percebi as semelhanças com a comunidade onde vivia, a Cidade de Deus, e que deveríamos fazer alguma coisa para mudar.
Nesses anos de atuação, na área sociocultural, alguma experiência a ser trocada? Várias, mas destacaria o documentário "Falcão - Meninos do Tráfico", como uma experiência negativa e positiva. Não me senti feliz em constatar a realidade que os jovens brasileiros viviam e ainda vivem. Mas, foi positiva porque conheci de perto os dois "brasis" que eu menciono no depoimento (na van) que fiz, na época, no documentário. Eu acredito que o conhecimento vem a partir daquilo que a gente vivencia e, daí em diante, criamos condições de modificar o que achamos necessário.
INFORMAÇÃO
"A Cufa já era um sentimento que pretendia levar um pouco de informação sobre o Brasil que nós conhecemos para essa gente
que ignora"

LITZA MATTOS
EDITORA-ADJUNTA
Valéria Flores
EDITORA
 

Educação e cultura: as "armas" capazes de salvar o jovem

Arte-educação, esportes e capacitação profissional são alguns dos eixos norteadores do trabalho realizado pela Central Única das Favelas (Cufa), em suas 28 unidades no território nacional.

Graffiti, Hip Hop, basquete de rua. Estas manifestações culturais populares foram alguns dos caminhos encontrados pela Central Única das Favelas (Cufa) para promover atividades nas áreas da educação e cultura, lazer e esportes para a cidadania, contribuindo para o desenvolvimento humano de jovens atendidos pelas 28 sedes da instituição no Brasil. Em Minas Gerais, na sede da Cufa no município de Santa Luzia, localizado na região metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), cerca de 60 profissionais, entre psicólogos, sociólogos, enfermeiros, professores e oficineiros consolidaram, no incentivo à formação de uma equipe de basquete de rua, os melhores resultados, alcançados em menos de nove meses de funcionamento da instituição na região.

Hermes Machado, 25 anos é um dos jovens beneficiados pelo trabalho da Cufa. Há quatro anos ele começou a fazer as oficinas de produção cultural e hoje aplica algumas oficinas de continuidade neste tema. Antigo morador do Morro das Pedras, Hermes teve sua casa indenizada pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas continua visitando a comunidade quando vai ministrar as oficinas e diz que já percebe muitas mudanças. "Vejo pessoas com um pensamento modificado, mais político e crítico. Aonde via violência, vejo cultura. Aonde via falta, vejo oportunidades", declara.


Outro motivo de orgulho para o coordenador geral da Cufa de Santa Luzia, Gilberto Júnior do Nascimento, é ter, entre os participantes do projeto, a atual tri-campeã da Liga Internacional de Basquete de Rua (Libra). Apesar do sucesso na atuação, a Cufa de Santa Luzia será inaugurada oficialmente em novembro deste ano.
Cerca de sete comunidades do município da RMBH são contempladas pelas ações da instituição, voltadas para a inserção dos jovens no mercado de trabalho. Cursos preparatórios e palestras, estão entre as atividades. " O carro-chefe são as oficinas de dança, que contemplam toda a comunidade", destaca o coordenador Gilberto Júnior do Nascimento. Realizadas em parceria com a prefeitura local que oferece o espaço físico e a remuneração dos profissionais, as aulas são oferecidas de acordo com a metodologia praticada pela Cufa. "O poder executivo já está reconhecendo o nosso trabalho e a instituição foi convidada para fazer parte de um projeto dentro da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social", adianta ele. Gilberto lembra que nem sempre foi assim e que, quando se instalaram na cidade, perceberam a forte ausência de um órgão capaz de absorver toda a demanda cultural produzida e de "cavar" espaços para a visibilidade e o reconhecimento dos artistas. "Nosso interesse é fazer este intercâmbio entre o poder executivo e a comunidade. Facilitamos esse acesso de forma organizada. Percebemos que se criarmos, dentro da comunidade, esse hábito da articulação por meio da comunicação, muitas pessoas podem ser beneficiadas".
CRIAR E DISSEMINAR A SUA PRÓPRIA CULTURA
Para o professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Juarez Dayrell, estilos musicais como o hip-hop e o funk influenciam outras esferas da vida desses jovens, como o trabalho, a escola e a família, entre outros. No livro "A música entra em cena: o rap e o funk na socialização da juventude", Juarez conclui que estes são os estilos que os jovens, em situação de vulnerabilidade social, escolhem para traduzir mais intensamente sua juventude em um meio carente, com tendência a anular as diversas formas de expressão da cidadania. "São dois estilos democráticos, que possibilitam aos jovens carentes sair da posição de consumidores passivos da cultura - à qual têm dificuldades econômicas de acesso - para se tornarem, eles próprios, os criadores e disseminadores de sua cultura".
Para o coordenador do Núcleo de Graffiti, Willian Messias, conhecido como "W Will" apesar do preconceito ainda existente, os jovens se tornam protagonistas de suas histórias quando entendem que o graffiti pode revitalizar não só muros, mas vidas. "É a arte urbana que resgata a autoestima da periferia, a partir daí o jovem se vê em outra realidade, se apropriando de espaços, convivendo com a arte, sendo reconhecido e visto por outras pessoas", diz Messias. Fundada em 1998 como um pólo de produção cultural para jovens cariocas, oferecendo perspectivas e alternativas para a inclusão social, a Central Única das Favelas é uma organização nacional que surgiu através de reuniões de jovens de várias comunidades do Rio de Janeiro (capital) que buscavam um espaço na cidade para expressão sociocultural
GRAFFITI X PICHAÇÃO Graffiti: é uma forma de expressão, no âmbito das artes visuais urbanas, geralmente uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado, sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade, como paredes e muros. O grafite é um movimento, organizado nas artes plásticas. Apareceu no final dos anos 70 em Nova Iorque, como movimentos culturais das minorias excluídas da cidade. Com a revolução contracultural de 1968, surgiram nos muros de Paris as primeiras manifestações.
Pichação: Diferentemente do grafite, cuja preocupação é a ordem estética, o piche tem como objetivo a demarcação de territórios entre grupos. A pichação é considerada uma atitude de vandalismo. o artigo 65 da lei dos crimes ambientais, número 9.605/98 (1998), estabelece punição de três meses a um ano de cadeia e pagamento de multa.
 LITZA MATTOS
EDITORA-ADJUNTA